Dexter foi encontrado desnutrido em julho. Agora, já está com sua família (fotos: Cão Leal e Facebook
O humano que (não) cuidava de Dexter e do cãozinho Amarelo não queria entregar os cães ao resgate. Eles foram encontrados assim, como na foto, raquíticos, muito sofridos.
Estavam na periferia em São Paulo, em julho, e foram pegos por Rafael Leal, da ONG Cão Leal. Se ficassem lá, morreriam pela magreza e doença do carrapato.
Eles tinham anemia profunda, muitos parasitas, desnutrição, além da doença. Após os cuidados, Amarelo foi adotado pelo próprio veterinário. Dexter, o pretinho, foi parar na casa do Paulão e da jornalista Jacqueline Lattari, dois corações de ouro.
Paulo Cesar Martin é um jornalista amado. Dessas almas boas, sabem? Ele já cuida do Chulé e do Tutu. Paulão conta aqui como foi a adaptação do pequeno. Nosso coração se derreteu no Patas. Inspirem-se:
“Dexter é um cão tímido ainda, até pelas dificuldades que deve ter passado nesses três anos, sua idade aproximada. Mas é um cão doce, companheiro e que, acima de tudo, te observa. É nítido que ele se esforça para aprender e conhecer a nova família o mais rápido possível.
Ele ainda não entende muito bem os passeios. Não marca território, raramente levanta a perna para fazer xixi e faz tudo de uma vez. Ainda se inibe com a aproximação de outros cães, mas é bem receptivo às amizades (humanas e caninas). Sua evolução é muito boa. Em uma semana até perdeu o medo de elevador!
Percebe-se que é uma questão de tempo para ele entender que a fase de sofrimento acabou, conhecer nossos hábitos e nós também entendermos os dele.
O próximo passo é a adaptação ao Chulé e ao Tutu, já acostumados a essa vida e mais ativos que o Dexter ainda.
E vida longa a todos eles”
Espie só em que família linda ele foi parar:
- Dexter foi encontrado desnutrido em julho, na foto à esquerda, e a imagem agora, feliz, depois que achou uma família
- Dexter e Amarelo foram encontrados assim em uma favela. E o humano deles ainda não queria deixá-los ir

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