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» »Unlabelled » Mitos e verdades sobre a saúde do coração da mulher
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Por Renata Demôro

Você acredita que só precisa se preocupar com doenças cardiovasculares quando envelhecer? Este é um dos principais mitos que envolvem a saúde do coração da mulher. “A partir dos 35 anos de idade, as chances de morrer subitamente por doença cardíaca já existem. Para evitar complicações é preciso se preocupar com a saúde do coração desde cedo”, explica o cardiologista Rogério Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino. Confira as respostas para outros mitos e verdades do coração da mulher:



  • 1
    Mulheres não morrem de infarto
    Mito. A incidência de infarto é maior entre homens, mas, proporcionalmente, o número de mortes entre as mulheres é maior. De acordo com Rogério Moura, “mulheres tendem a apresentar doenças coronarianas mais graves, que costumam ser fatais”, diz Rogério Moura.

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  • 2
    O infarto sempre começa como uma dor no lado esquerdo do peito
    Mito. Na mulher, o infarto pode apresentar poucos sintomas ou, ainda, sensações que podem ser confundidas com problemas comuns de saúde, como a azia. Segundo Isa Bragança, cardiologista e diretora da Cardiomex, “na mulher, o infarto pode apresentar uma dor no braço esquerdo, que irradia para a mandíbula. Também é possível sentir dor nas costas, pressão ou aperto no peito ou no estômago”. De acordo com o cardiologista Alfredo Martins Sebastião, “mulheres ainda podem apresenta um cansaço desproporcional ao esforço realizado, sem que os sintomas no peito sejam percebidos”.

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  • 3
    Doenças cardiovasculares não afetam mulheres magras
    Mito. "O principal determinante para as doenças do coração é a carga genética. Sendo assim, pessoas de aparência saudável não estão isentas de apresentar doenças cardíacas”, explica Rogério Moura. Isa Bragança completa: “A hipertensão e o colesterol alto, que são fatores para o desenvolvimento de doenças cardíacas, também estão relacionados ao componente genético e podem afetar pessoas magras e que praticam exercícios físicos”.  

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  • 4
    Beber café não prejudica o coração
    Parcialmente verdade. “Tudo em excesso faz mal, mas beber até quatro xícaras de café por dia não costuma provocar efeitos colaterais desagradáveis”, diz o cardiologista Rogério Moura. Segundo Isa Bragança, “estudos recentes relacionaram o consumo de café à prevenção do câncer de mama”.  

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  • 5
    O ovo deixou de ser o vilão da dieta
    Parcialmente verdade. “O ovo é fonte de vitaminas, sais minerais essenciais e tem apenas 70 calorias. Ele só deve ser evitado por quem já apresenta taxas altas de colesterol, que está entre os fatores para o desenvolvimento de doença cardíaca. Para pessoas que não apresentam este tipo de problema, recomendamos o consumo de um ovo cozido por dia”, diz Rogério Moura.

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  • 6
    A menopausa não apresenta risco para o coração da mulher
    Mito. “O estrogênio é um fator protetor dos vasos do coração. Na menopausa, a baixa produção destas substâncias deixa as mulheres mais suscetíveis a doenças cardiovasculares. A falta do hormônio também favorece o aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos, que pode levar ao entupimento dos vasos sanguíneos, colaborando para um quadro de infarto”, orienta a cardiologista Isa Bragança.

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  • 7
    Quem tem risco cardíaco não deve praticar exercícios físicos
    Mito. “Todos devem praticar exercícios físicos, mas é preciso passar por uma avaliação médica. Assim, é possível determinar a melhor atividade física dentro do quadro clínico do paciente”, explica Isa Bragança.

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  • 8
    Quem tem casos de doenças cardíacas na família também terá o problema
    Mito. Segundo a cardiologista Isa Bragança, “quando existe histórico na família, é preciso redobrar os cuidados, já que não é possível modificar a carga genética ao longo da vida. Por outro lado, é possível prevenir o desenvolvimento de doenças cardiovasculares praticando exercícios físicos, controlando a alimentação e realizando check up antes de iniciar as atividades físicas”.

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